Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

"Os marxistas e o Papa", por Fernando Calado Rodrigues

Questiono-me muitas vezes sobre qual o papel da Igreja na nossa sociedade. É uma questão, pertinente, que "tem pano para mangas", e que tenciono abordar num próximo post.

 

Por hora: é importante ler e interpretar este artigo escrito por um Padre, jornalista.

 

E...,sim, é indiscutível que a Igreja  está mais perto dos ideais da partilha do que dos denominados ideais "capitalistas", que são tidos, por uns, como responsáveis do subdenvolvimento das Nações, que é, à luz das teorias económicas de desenvolvimento, a consequência (e simultaneamente a causa) da existência de um gap entre ricos e pobres.

Para outros, porém, os ideais "capitalistas" são os responsáveis por, hoje, existir menos miséria e menos gente a passar fome e menos gente a viver abaixo da linha da pobreza.

Visões diferentes, a mesma realidade.

 

 

Voltando à Igreja: temos, na minha opinião, uma Igreja mais próxima dos ideais da partilha. O problema é que muitos dos elementos da Igreja (e não são todos!) além de não estarem autorizados a casar; parece que muitas vezes não conseguem, sequer, casar a teoria, que defendem, com a práctica, que executam. Isto tendo em conta as notícias relativas à Igreja e ao seu Ceo terreno, que dão conta de escândalos e outras "histórias mais". Entre "offshores" e condenações de mordomos, leia por exemplo, aqui, as três perguntas a Gianluigui Nuzzi, jornalista e autor de "Sua Santidade" (Bertrand). Este autor, do livro "que levou o mordomo de Bento XVI a tribunal", defende em entrevista, à “Ideias em Estante”, que "A Igreja tem um papel fundamental".

 

E no meio de tantos "papéis" e entre a alegada frieza de um Papa alemão "bem diferente" de um caloroso Papa polaco, as imagens comparativas vão sendo criadas. Nem sempre de forma justa.

O que fazer?

Comece, por exemplo, por ler este artigo.

 

 

"Os marxistas e o Papa", por Padre Fernando Calado Rodrigues in Correio da Manhã.

 

Leia aqui

 

"Bento XVI continua a insistir num discurso crítico em relação ao capitalismo. Na mensagem do início do ano denunciou o "capitalismo financeiro desregrado", há dias classificou-o como "capitalismo selvagem com o seu culto do lucro, do qual resultaram crises, desigualdades e miséria".

 

publicado por livrosemanias às 13:09
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