Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

Dulce Maria Cardoso no "Porto de Encontro". Próximo domingo.

 

In press da "Porto Editora"

 

Dulce Maria Cardoso no primeiro "Porto de Encontro" de 2013

Autora de O Retorno estará à conversa com os leitores na Biblioteca Municipal Almeida Garrett no próximo domingo.

 

A XIV edição do ciclo de conversas "Porto de Encontro" está agendada para a tarde do próximo domingo, 27 de janeiro. A partir das 17:00, o jornalista Sérgio Almeida recebe Dulce Maria Cardoso para uma conversa aberta com os leitores, contando com a participação especial de Inês Nadais e, para leituras, de Ana Deus.

 

Dulce Maria Cardoso nasceu em Trás-os-Montes, em 1964, mas a infância é marcada pelos tempos vividos em Angola, de onde regressou na célebre ponte aérea de 1975 – memórias muito presentes no muito aclamado pela crítica e pelos leitores

O Retorno, romance que, no Brasil, foi considerado um dos dez melhores livros publicados em 2012.

 

O seu romance de estreia, Campo de Sangue, publicado em 2002 e escrito com o apoio de uma Bolsa de Criação Literária do Ministério da Cultura, foi distinguido com o Grande Prémio Acontece de Romance e encontra-se traduzido em França. Os respetivos direitos foram também adquiridos para a América Latina, Brasil e Espanha. É também autora de Os meus sentimentos e Até nós, tendo colaborado na coletânea Contos Policiais, publicada pela Porto Editora

Nas edições anteriores do ciclo literário estiveram em evidência as obras de autores como Gonçalo M. Tavares, J. Rentes de Carvalho, Germano Silva, Luis Sepúlveda, Manuel António Pina, António Mega Ferreira, Francisco José Viegas, Mário Cláudio, Mário de Carvalho, Eugénio de Andrade, José Saramago e Sérgio Godinho.

 

"Porto de Encontro" é uma iniciativa da Porto Editora, programada e moderada pelo jornalista Sérgio Almeida, com o apoio do "Jornal de Notícias", Câmara Municipal do Porto, Rádio Nova, "Ler +, Ler Melhor" (RTP-Informação), Porto Canal, Plano Nacional de Leitura e Porto Barros e Bombonaria Bonitos (Foco-Porto).

 

IN PRESS DA PORTO EDITORA

 

 

publicado por livrosemanias às 16:44
link | comentar | favorito
Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013

Literatura Económica apela ao "basta!"

 

Literatura económica apela ao "basta!"

 

Este texto foi publicado dia 14 de dezembro de 2012... mas, hoje, passado um mês, tudo se mantém na mesma NO QUE TOCA às temáticas que aquecem o mercado editorial... o "Basta!", de Camilo Lourenço, continua a liderar o top do Económico.

 

 

DA ESQUERDA À DIREITA TODOS OS AUTORES QUEREM O MESMO. MUDAR. VERBO, ESSE, QUE CURIOSAMENTE FOI O TÍTULO DO LIVRO DE PASSOS COELHO. EM 2010.

 

Duas obras e dois autores, ideologicamente distintos, cruzam-se, em pleno mês Dezembro de 2012, nas estantes de uma livraria, de uma avenida, de um reino, que outrora foi monarquia e que hoje é uma república democrática. Intervencionada.

Quem são? Raquel Varela, investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora de "Quem Paga o Estado Social em Portugal?" (Bertrand) e Camilo Lourenço, jornalista e autor de "Basta!" (Matéria-Prima).

Apesar de aparentemente estes dois autores nada terem em comum, os mesmos estão unidos por uma só inquietude: o que nos espera o futuro?

O que discutem estes dois autores? O estado do País.

O que os une? O facto de estarem fartos "da crise" e de quererem mudança. Mesmo que de formas bem distintas. (De notar que quem também queria "Mudar" era Pedro Passos Coelho, quando em 2010, antes das eleições, que lhe dariam a vitória enquanto líder do PSD, lançou uma obra ao estilo americano de compromisso de partida).

Parênteses à parte, mudam-se os tempos, mas nem por isso as vontades, e passados dois anos, dois autores, com dois livros bem diferentes e com objectivos, também eles, muitos distintos, querem alterar muitas das situações de precariedade com as quais o País se defronta actualmente. Não são únicos. Nas escritas "económicas" são cada vez em maior número os autores que apelam à mudança e à interpretação dos dadaos estatísticos, independentemente da cor político-ideológica.

Repetindo, com uma visão bem distinta de Raquel Varela, Camilo Lourenço advoga, por exemplo, que a austeridade é fundamental. Pergunta o autor "depois de três bancarrotas em 36 anos, caso único na Europa, será que ainda não aprendemos a lição?". No que se pode chamar de, ainda assim, discreto "alinhamento" com algumas das medidas tomadas pelo Governo, Camilo usa o seu estilo bastante directo (factor que também o coloca no pódio dos autores bestsellers) e defende que é necessário ditar regras que levem ao crescimento e desenvolvimento do país. Sobre o grande problema da Nação, esse, consiste na "falta de produtividade", diz Camilo Lourenço, numa entrevista que pode ser vista na íntegra na "Ideias em Estante", no ETV.

Debruçando-se, também, sobre a variável "L" (trabalho), mas de ângulo distinto, o estudo coordenado por Raquel Varela apresenta dados sobre o Estado social do País. Segundo nota dos autores "este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social com o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem estar-estar e infra-estruturas". Segundo Raquel Varela, que também deu uma entrevista ao Etv, "a massa salarial corresponde a 50% do PIB mas paga 75% dos impostos." O que se passa afinal? "Onde nos leva esta crise económica?" são assim algumas das questões levantadas pelos autores deste livro, Uma vasta lista de nomes que discute a fundo o Estado Social português e que levanta, em boa hora, uma pertinente questão: será que é justo não usufruir daquilo para o qual contribuímos?

Uma boa questão, que pode ser analisada através da leitura deste livro.

 

(publicado a 14/02/2012)

 

 

 

publicado por livrosemanias às 14:20
link | comentar | favorito
Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013

Manuel Alegre, Bob Dylan e John Lennon (...)

 In press release da Dom Quixote

 

 

"Manuel Alegre é o único autor português presente na antologia italiana Canto Por Um Mundo Livre, recentemente publicada pela editora Diagosfera ETS, antologia essa que é o resultado de uma compilação elaborada por estudiosos de várias literaturas e de vários contextos poéticos e musicais que, neste livro, reuniram o génio de poetas, compositores e activistas políticos, entre os quais, para além do autor de Praça de Canção, se destacam: Chico Buarque (Brasil); Bob Dylan (USA); John Lennon (Inglaterra); Leonard Cohen (Canadá); Derek Walcott (Caraíbas); Mzwakhe Mbuli (África do Sul); Bobby Sands (Irlanda) e Alekos Panagulis (Grécia). 

 

A antologia, organizada por Marco Fazzani, interroga-se sobre a fronteira entre a poesia e o texto de canções provenientes de diferentes literaturas e vários contextos poéticos e musicais e, também, sobre a possibilidade de “traduzir uma mensagem de paz fazendo-a atravessar fronteiras geográficas e nacionalidades”. Os poemas e canções escolhidos pretendem ilustrar “a força poética e musical de um compromisso corajoso, louvável e necessário com a liberdade dos povos e das nações”.

 

O livro, com edição dos textos na língua original e respectiva tradução em italiano, é acompanhado de um CD que completa, com novas interpretações e arranjos de grandes intérpretes italianos e estrangeiros, “um percurso de coragem e de luta por um mundo mais belo e mais justo”.

 

Vários estudiosos dos autores representados enriquecem esta antologia com ensaios que, no caso de Manuel Alegre, são da autoria de Sandra Bagno, profunda conhecedora da obra e biografia do poeta português.

 

De referir, por outro lado, que a Dom Quixote, no próximo mês de Abril, irá publicar É Só Um Sonho, o novo romance de Manuel Alegre." ( in press da dom quixote).

 

publicado por livrosemanias às 12:52
link | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013

O milionário que quer investir em Portugal

Já lá vamos ao (bem necessário) investimento.

 

Primeiro fique a saber quem é o co- autor de "Governação Inteligente para o século XXI"( Objetiva)

 

 

 

PERFIL

 

Berggruen, o milionário sem casa que apostou na TVI e na Leya

 

De passagem por Portugal, Berggruen deu -nos uma entrevista. O resultado: muito optimismo. Uma boa boleia!

 

 

Nicolas Berggruen é um dos nomes que consta na lista dos milionários da Forbes. Ocupa a 206 posição, com uma fortuna avaliada em cerca de 2,3 mil milhões de dólares. Berggruen, de 51 anos, solteiro, é hoje um homem que ganhou fama nos media internacionais por "não ter casa". Nascido em Paris, tem dupla nacionalidade: é americano e alemão. Filho do coleccionador de arte Heinz Berggruen e da actriz Bettina Moissi, Nicolas é reconhecido pelo seu estilo "pouco convencional". Formado em Finanças e Negócios Internacionais, na New York University, nos Estados Unidos, Berggruen é hoje um discreto investidor no mundo dos media. Mas é na área da filantropia que Berggruen marca a diferença no mundo da alta finança. E isto porque quer fazer a diferença promovendo o debate intelectual. O Instituto que preside - e que tem o seu nome - é prova disso. O "Nicolas Berggruen Institute", que faz parte da Berggruen Holdings, entidade que à qual pertencem 37 grandes empresas, tem como objectivo inovar e promover, pelo mundo, as boas práticas de governação. A Berggruen Holdings marca presença, em Portugal, na Prisa, que controla a Media capital, que é detentora da TVI, e na Leya. O investidor é sócio de Pais do Amaral. M.A.

 

 

 

"Vou investir mais em Portugal"

 

EM LISBOA PARA PROMOVER O SEU LIVRO, BERGGRUEN MOSTRA-SE OPTIMISTA EM RELAÇÃO AO PAÍS.

 

"Se existe um momento para procurar investimentos em Portugal , provavelmente é agora". Quem o afirma é Nicolas Berggruen, sócio milionário de Miguel Pais do Amaral. O investidor, que é accionista da Prisa e do 'Le Monde', através da Berggrun Holding que preside, afirma em entrevista exclusiva ao Económico, que vai " investir mais em Portugal ". Os sectores, esses, serão aqueles onde já marca presença - nos media e na publicações. Mas há mais. Berggruen, que está presente em Portugal na Prisa (que controla a Media Capital, detentora da TVI) e na Leya, mostra interesse em investir no sector dos serviços (incluindo em tecnologias), no sector turismo, que considera ser "uma área que se pode desenvolver muito", e no sector de imobiliário.

Sobre a sua relação com Pais do Amaral, diz que tem tido "muita sorte porque tenho uma parceria, há anos, com o Miguel Pais do Amaral. Irei olhar para muitas das coisas que ele está a seguir. Temos tido experiência em media e publicações e vamos continuar a olhar para essas áreas." Sobre como irá realizar esses investimentos, uma certeza: qualquer investimento, nessas áreas, será via Pais do Amaral.

Optimista em relação à economia Portuguesa, o presidente da Berggruen Holdings, entidade que detém 37 empresas (entre elas a Hoover Treated Wood Products, a Meier on Rothschild, a Wind Power e a Berggruen Farming), reconhece que os portugueses estão a passar um período difícil mas adianta que este processo, de transição, é necessário. Concordando com algumas medidas e discordando de outras, "o facto é que o caminho é este."

Reconhecido internacionalmente por ser o "milionário sem casa", "por opção", como faz questão de salientar, Berggruen considera que Portugal tem muito futuro. "Além do mais tem a mesma língua que pelo menos dois grandes países emergentes".

Sobre a questão "pessoal" de não ter tecto, isto é, de não poder chegar a casa e sentir " I am back" [estou de volta], o investidor diz que desta forma desenvolve o instituto da experiência - e não tanto o da posse.

A fortuna

Com uma fortuna avaliada em cerca de 2,3 mil milhões de dólares (segundo a Forbes), este solteirão, que adora festas e que já foi fotografado ao lado de inúmeros nomes da moda e do glamour, tem vindo a ganhar destaque no mundo da alta finança por ser um "pensador", que quer promover o debate intelectual entre as nações. "Governação Inteligente para o século XXI" (Editora Objetiva, que pertence ao grupo Prisa- Santillana) é a obra que promoveu, ontem, na Fundação Luso Americana (Flad), em Lisboa. Sobre este livro, que assina a quatro mãos com Nathan Gardels, de notar que conta com a colaboração de um elenco de peso. Fernando Henrique Cardoso, Francis Fukuyama, Gerhard Schroeder são apenas alguns dos nomes que constam nesta obra, prefaciada por Felipe González.

Sobre o livro, de salientar que o mesmo defende que o melhor caminho de todos, em termos de governação, é algo que fica no meio entre os modelos seguidos pelo Ocidente e pelo Oriente.

 

(publicado a 15/01/13 no DE).

 

Veja aqui o vídeo de apresentação do programa, que está a ser emitido esta semana na "Ideias em Estante", no ETV.

 

 

 

 

publicado por livrosemanias às 14:29
link | comentar | favorito
Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013

AGENDA

Este post, que será constantemente actualizado, dá a conhecer os lançamentos editoriais - ficção e não ficção.

 

AGOSTO


23 de agosto, 6f

21h00. Substância - Sines

  • «Book Stage, Nos Bastidores do Rock Português» (Chiado Editora) de Luís Silva do Ó e Bruno Gonçalves Pereira

24 de agosto, sábado

16h00. Cave do Cinema King - Lisboa

  • «Aromas dos Afectos» (Chiado Editora) de João Manuel Pereira

18h00. Casa das Artes de Felgueiras

  • «Memórias de Um Sonho Real» (Chiado Editora) de Albin Mackenzie


25 de Agosto,  domingo

Município de Pinhel

  • «O Bem e o Mal» (Opera Omnia) de Camilo Castelo Branco

 


Envie as suas sugestões para mafalda.avelar@economico.pt

 

 

 

 

 

 

 

PASSADOS



AGOSTO


 

2 de Agosto, 6f

 

21h00. Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros

 

  • «Um Olhar Perdido» (Chiado Editora) de Hália

 


 

3 de Agosto, sábado

 

15h00. Livraria Les Enfants Terribles

 

  • «A Hora da Magia» (Chiado Editora) de Maria Ferreira

 


 

15h30. Casa da Cultura Jaime Lobo Silva - Ericeira

 

  • «A Mochila de Viagem» (Chiado Editora) de Luís Pedro Brites







JULHO

 

4 de julho, 5f

 18h30. Bertrand do Chiado

  •  Ler no Chiado com Jorge de Sena 

18h30. Fnac Colombo - Lisboa

  •  «Quem é Oliveira e Costa?» (bnomics) de Hugo Bragança e Monteiro
18h30. Livraria Ler Devagar - Lisboa
  • «Nunca é Tarde» (Oficina do Livro) de Carlos Carneiro, apresentado por João Paulo Sacadura
18h30. Instalações da Divina Comédia (Rua Conceição da Glória, 75, em Lisboa) 
  • «Electrico 16» (Divina Comédia) de Filomena Marona Beja, apresentado por Miguel Real
22h00. Bartô do Chapitô (Costa do Castelo nº 1-7) - Lisboa
  • «O Estado de Nova Iorque» (Gradiva) de Tiago Patrício, apresentado por Rui Zink e Margarida Vale de Gato

5 de julho, 6f

18h00. Hemeroteca Municipal de Lisboa - Sala do Espelho
  • «As Armas de Papel» (Temas e Debates) de José Pacheco Pereira, apresentado pelo autor
Outros lançamentos
  • «O Império das Asas» (Porto Editora) de Claire Corbett
  • «Gente do Passado» (Temas e Debates) de Douglas Smith



9 de julho, 3f

 

18h30. El Corte Inglês, piso 7 - Lisboa
  • «Inferno» (Bertrand Editora) de Dan Brown


10 de julho, 4f
21h30Quartel do Carmo (Largo do Carmo, GNR) - Lisboa
  • «Crónicas dos Dias do Lixo» (Temas e Debates) de José Pacheco Ribeiro


11 de julho, 5f
18h30. Piazza di Mare - Lisboa
  • «Não Faz Diferença Nenhuma!» (Casa das Letras) de Bibá Pitta, apresentado por Manuela Ramalho Eanes e Miguel Palha


 

12 de julho, 6f

 

10h30. Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

  • «Do Sonho e do Pesadelo» (Opera Omnia) de Francisco Cota Fagundes 
outros lançamentos
  • «Morte em Pemberley» (Porto Editora) de P.D. James

13 de julho, sábado
14h30Centro Cultural S. Cipriano
  • «Viajar com Eça de Queiroz» (Opera Omnia) de Laura Castro


 

15 de julho, 2f

 

18h30. FNAC Santa Catarina - Porto

 

  • «Despaís» (Porto Editora) de Pedro Sena-Lino

 

18h30. Livraria Ler Devagar

 

  • «Cândida, Uma História Portuguesa» (Oficina do Livro) de André Murraças

 


16 de julho, 3f

 

14h30. Biblioteca Municipal Santa Maria da Feira

 

  • «A Zanga das Letras Comadres» (Opera Omnia) de Carlos Nuno Granja e Raquel Costa


 

18 de julho, 5f

 

21h00. Sede da Divina Comédia (Rua da Conceição da Glória, 75 - Lisboa)

 

  • «Se não Podes Juntar-te a Eles, Vence-os» (Divina Comédia) de Filipe Homem Fonseca, apresentado por Rui Cardoso Martins

 

21h30. Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras

 

  • «Dez Luzes num Século Ilustrado» (Caminho), apresentado por Paula Moura Pinheiro


 

19 de julho, 6f

 

18h30. Livraria Leya na Buchholz - Lisboa

 

  • «Dias de Uma Princesa» (Oficina do Livro) de Catarina Beato, apresentado por Paulo Farinha

 

Outros Lançamentos

 

  • «Mil Milhões de Clientes» (Smartbook) de Tiago Silvério Marques


 

23 de julho, 3f

 

19h00. FNAC Chiado - Lisboa

 

  • «Uma Casa Aberta a Todos» (Paulinas Editora) de Manuel Clemente 


 

25 de julho, 5f

 

15h30. Livraria Les Enfants Terribles

 

  • «A Alma Inquieta» (Chiado Editora) de Joaquim Jorge de Oliveira
21h30Bilbioteca Municipal António Botto - Abrantes
  • «Alguma Dor Cura a Alma» (Chiado Editora) de Carlos Ferreira

 


 


 

26 de julho, 6f

 

18h.00. Biblioteca Municipal de Albufeira

 

  • «Inter-Rail» (Chiado Editora) de Nuno Mota Gomes

 

18h30. Auditório Municipal de Torres Vedras

 

  • «A Arte da Vida» (Chiado Editora) de Maria de Lurdes Pereira

 

21h30Livraria Les Enfants Terribles 

 

  • «Desvarios Do e Nu» (Chiado Editora) de Sérgio Ramires


 

27 de julho, sábado

 

16h00. Bar Xentra (Rua Consiglieri 2-A, Sintra) 

 

  • «Quinto Imprério» (Chiado Editora) de Rafael Santos e Carlos Conceição

 

16h00. Book it de Torres Novas

 

  • «Vieste Ver-me Antes da Morte» (Chiado Editora) de Celina Amaral Lopes

 

16h00. Centro Social de Mundão

 

  • «Retalhos de Palavras» (Chiado Editora) de Jorge Gonçalves, apresentado por Nuno Barreira

 

16h00. Livraria Les Enfants Terribles - Lisboa

 

  • «Currículo Escolar de Josefino Jacaré» (Chiado Editora) de Vasco Belger San-Payo

 


 


 


 

Novidades Editoriais - Diversos

 

  • «Uma Casa Aberta a Todos» (Paulinas Editora) de Manuel Clemente
  • «Comboio-Fantasma para Oriente» (Quetzal) de Paul Theroux
  • «Viagens» (Quetzal) de Paul Bowles
  • «Você Está Aqui» (Quetzal) de João Luís Barreto Guimarães 
  • «À Conquista do Polo Sul» (Circulo de Leitores) de Peter Laufmann
  • «Uma Antologia Improvável (A Escrita das Mulheres – Séculos XVI a XVIII)» (Relógio d'água) da Organização de Vanda Anastácio
  • «Reis Consortes de Portugal» (Círculo de Leitores) de Maria Antónia Lopes e Paulo Drumond Braga
  • «Rabos de Lagartixa» (D.Quixote) de Juan Marsé

 


 

Novidades Editoriais - Esfera dos Livros

 

  • «Os Privilegiados» de Gustavo Sampaio
  • «Em Defesa de Jacob» de William Landay
  • «Estratégia Markel» de Gertrud Hohler
  • «Como o Capitalismo Acabou com a Classe Média» de Santiago Camacho
  • «O Meu Cão e Eu» de Alexandra Santos

 


 


 

Novidades Editoriais - Gravida

 

  • «O Diabo no Mundo Quântico» de Luís Alcácer
  • «43 Miniaturas Matemáticas» de António Machiavelo, José Carlos Santos e João Nuno Tavares
  • «Introdução à Teoria do Conhecimento» de Dan O'Brien
  • «Consegues Arrotar Muito Alto?» de Glenn Murphy

 


 

Novidades Editoriais - Leya

 

 

  • «A Felicidade em Albert Camus» (D.Quixote) de Marcello Duarte Mathias
  • «Vida e Sombra» (Casa das Letras) de Nuno de Figueiredo
  • «O Amante Bilingue» (D.Quixote) de Juan Marsé
  • « O Mundo na Escuridão» (D.Quixote) de Alan Furst
  • «A Sombra da Sereia» (D.Quixote) de Camilla Läckberg

 

 

Novidades Editoriais - Dvidina Comédia

 

  • «História da Minha Vida» de Giacomo Casanova
  • «Trans Iberic Love» de Raquel Freire

 


 


 


 


 

MÚSICA

 


 

30 de julho, 3f

 

21h30. Trem Azul Store (Rua do Alecrim, 21A - Lisboa)

 

  • "Lobos dos Matos em Serpa"







 



 


 

 Posts mais antigos: http://livrosemanias.economico.sapo.pt/52110.html


publicado por livrosemanias às 13:13
link | comentar | favorito
Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013

"Marcelo Rebelo de Sousa não fecha a porta (a uma candidatura à Presidência)", afirma Vítor Matos, autor da biografia do Professor

O jornalista Vítor Matos, autor da biografia de "Marcelo Rebelo de Sousa", é o convidado de Mafalda de Avelar no programa "Ideias em Estante" de 25 de Dezembro de 2012.

 

Assista, aqui, à entrevista que foi emitida no ETV ( canal 16).

 

 

 

 
 
 
O livro em análise
 
"Marcelo Rebelo de Sousa"
Vítor Matos
A Esfera dos Livros
Marcelo Rebelo de Sousa
 
publicado por livrosemanias às 19:47
link | comentar | favorito
Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013

Prémios de Edição Ler/Booktailors: votação do público. Participe.

In press ( BOOKTAILORS)

  

"5º edição dos Prémios de Edição LER/BOOKTAILORS: Início período de votação do público"

 

Informamos que teve início o período de votação do público nos finalistas da 5.ª edição dos Prémios de Edição LER/BOOKTAILORS. Na presente edição foram aceites a concurso obras publicadas nos anos de 2011 e 2012, em todas as categorias de design, fotografia e ilustração. 

 

Os interessados poderão votar até dia 31 de janeiro. A votação do público contará 20 % na eleição final dos vencedores.

 

A cerimónia de entrega decorrerá na 14.ª edição das Correntes D’Escritas, no dia 23 de fevereiro.

 

Para votar, basta ir ao blogue dos Prémios de Edição LER/BOOKTAILORS.

--

Prémios de Edição LER / BOOKTAILORS

http://premiosdeedicao.blogs.sapo.pt/

publicado por livrosemanias às 15:45
link | comentar | favorito
Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

Hayek, santo-padroeiro do mercado livre, "nunca trabalhou para o sector privado", garante N.Wapshott.

 

(English version here)

 

"Merkel segue as noções conservadoras de Hayek", afirma Nicholas Wapshott, autor de "Keynes/Hayek".

 

Em entrevista afirma ainda que "Hayek é conhecido como o santo-padroeiro do mercado livre e os homens de negócios adoram-no. No entanto, ele nunca trabalhou durante um minuto da sua vida para o sector privado."

(in "Ideias em Estante", coluna publicada no DE, em 28/12/12)

 

 

KEYNES/HAYEK

 

O maior debate da história começou com um pedido de um livro. Um duelo sobre o papel do Estado e o destino da economia mundial

 

"O maior debate da história da economia começou com um simples pedido de um livro. Nas primeiras semanas de 1927, Friedrich Hayek, um jovem economista de Viena, escreveu a John Maynard Keynes, para o King´s College de Cambridge, pedindo um manual de economia escrito 50 anos antes, o livro de Francis Ysidro Edgeworth com o título exótico de 'Mathematical Psychics' (Psíquica Matemática). Keynes respondeu com uma simples linha num postal sem ilustração: "Lamento dizer que o meu stock do 'Mathematical Psychics' já se esgotou." Hayek, um jovem economista desconhecido, ousava assim desafiar Keynes, naquela época já um reconhecido economista.

Segundo Nicholas Wapshott, autor de " Keynes/Hayek - O Confronto que Definiu a Economia Moderna" (D. Quixote), o duelo teve ali o seu início. De forma muito descritiva, o jornalista Wapshott, que é autor de "Ronald Reagan e Margaret Thatcher: a Political Marriage", apresenta as origens - e a história - destes dois grandes economistas, o seu cruzamento intelectual e os homens que os seguiram. Uma longa viagem que ainda hoje marca a agenda das maiores economias do mundo e dos maiores pensadores da actualidade. Exemplo disso é o braço de ferro que Paul Krugman comprou, nomeadamente, com a Europa. Algo que pode ser também entendido no último artigo de Jeffrey Sachs no FT, denominado "We must look beyond Keynes to fix our problems".

"Pode um governo salvar uma economia à beira do colapso?" e "Qual a melhor resposta para uma crise: medidas de austeridade ou políticas de crescimento?" são questões que mexem com a vida de todos e que continuam a marcar a grande divisão entre liberais e conservadores. Um grande duelo sobre o papel do Estado na Economia e o destino da economia mundial, que merece a pena ser respondido pelo autor desta obra.

 

A:Considera que a relação entre " Keynes e Hakyek" é "o confronto que definiu a Economia Moderna". Porquê?

  

Wapshott: O cerne da disputa entre Keynes e Hayek começada há 80 anos atrás é idêntica à escolha política apresentada hoje aos decisores políticos e eleitores: podem os governos intervir de forma a atenuar o desemprego e o baixo crescimento económico? Até à publicação da Teoria Geral de Keynes em 1936, os governos mostravam-se relutantes em intervir nas suas economias. Como a Segunda Guerra Mundial pareceu demonstrar que o vasto investimento (em armamento) curou a questão do desemprego e provocou um crescimento da economia, os governos no Ocidente usaram livremente os métodos Keynesianos para estimular as suas economias em épocas de recessão. No entanto, desde a estagflação nos anos 70 que os limites monetários mais apertados restringiram a acção dos governos. O Monetarismo foi uma política desenhada por Milton Friedman, um admirador da máxima de Hayek de que os governos deveriam ser mantidos pequenos.

 

A: Considera que o Governo Norte- Americano segue "Keynes"? E a Europa?

 

Wapshott: Depois a crise financeira de 2008 e do congelamento que se seguiu dos bancos, a equipa do tesouro de George W. Bush propôs um estimulo Keynesiano de 800 biliões de dólares para prevenir que a economia americana entrasse numa recessão catastrófica, que parecia ser tão profunda e duradoura como a Grande Depressão da década de 30. O Presidente Obama pediu emprestado o dinheiro para colocar em prática este programa de estímulo. No entanto, em poucos meses deu-se um remorso de quem pede emprestado por parte do movimento do Tea Party nos EUA, e as restantes medidas de estímulo foram congeladas quando o Obama perdeu o controlo da Câmara dos Representantes nas eleições intercalares de 2010. Os Republicanos continuaram a dominar a Câmara e colocaram um ponto final na continuação de medidas de estimulo Keynesianas pedidas por Obama. As disputas entre a Câmara e a Casa Branca durante o Verão passado relativas ao limite da divida, e actualmente sobre o "penhasco fiscal", continuam a batalha dos anos 30 entre Keynes e Hayek. Keynesianos como Obama estão preocupados com o desemprego, enquanto que os Hayekianos como o Tea Party estão mais preocupados com a inflação  e com o crescimento do peso do Estado na economia, o que é um corolário natural das políticas expansionistas preconizadas pelo Keynesianismo.

 

Na Europa, os alemães governados por Merkel seguem as noções conservadoras Hayekianas de que os governos devem estar atentos à inflação e controlar os gastos. Isto tem significado impor uma política de austeridade em toda a Europa, mas particularmente nos países do Mediterrâneo cujos governos têm grandes quantidades de divida. A austeridade provoca desemprego e reduz abruptamente o tamanho dos Estados. Mas também é indutora de recessão em países  que necessitam de pleno-emprego para pagar os seus empréstimos. A abordagem Hayekiana é como tal auto-derrotista. Em contraste com Merkel, Fraçois Hollande na França, tem sugerido concentrar-mo-nos em primeiro lugar no estimulo do crescimento - um impulso Keynesiano - no entanto o domínio alemão da União Europeia significa que ele, também, tem sido obrigado a tirar pessoas do emprego, de modo a reduzir os empréstimos do governo francês. Isto é puramente Keynes vs Hayek.

 

 

A:Qual foi a maior surpresa nas "escritas" desta obra?

  

Wapshott: A maior surpresa para mim ao investigar a vida de Keynes e Hayek foi ter descoberto que as percepções populares relativas a estes dois grandes pensadores eram bastante exageradas. Na América, Keynes é visto pelo conservadores como um socialista ou um comunista, sem ele nunca sequer ter sido membro do Partido Trabalhista. Ele é descrito como um inimigo do mercado livre e do capitalismo. Como tal foi um surpresa descobrir que Keynes entendia perfeitamente o mercado e ter sido capaz, através da sua mestria sobre como este funciona, arrecadar duas grandes fortunas. Ele costumava ficar na cama até à hora do almoço, com um copo de champanhe numa mão e o telefone na outra com seu corretor. Apesar de ter trabalhado durante um breve período de tempo para o governo, onde negociou o empréstimo dos Aliados junto dos banqueiros americanos para conduzir a Primeira Guerra Mundial, durante o resto da sua vida Keynes ofereceu os seus serviços e aconselhamento. Ele foi chairman de um companhia de seguros e pró-negócio, tendo inclusive aconselhado o presidente Franklin Roosevelt durante a Grande Depressão a não ser tão hóstil para com a iniciativa privada.

 

Hayek é conhecido como o santo-padroeiro do mercado livre e os homens de negócios adoram-no e às suas ideias. No entanto, ele nunca trabalhou durante um minuto da sua vida para o sector privado. Aliás, a única vez que ele esteve perto de abraçar a iniciativa privada foi quando ele se encontrava sem um tostão em Nova Iorque e aceitou um trabalho a lavar pratos. Antes das suas mãos estarem mergulhadas em espuma e água, ele foi resgatado por um professor de economia que lhe deu dinheiro. Hayek trabalhou sempre para o sector público, beneficiando de doações caritárias de homens de negócios ligadas a várias instituições académicas. No entanto, e durante a altura em que se estava prestes a reformar Hayek foi obrigado a vender a sua biblioteca pessoal à Universidade de Freiburg para se suster e morreu sem um tostão. Há aqui uma lição parece-me, para os que insistem que só aqueles que percebem de negócios - Mitt Rommey, por exemplo - são competentes a gerir uma economia.

 

 

 

 

 

 

publicado por livrosemanias às 14:04
link | comentar | ver comentários (3) | favorito

Wapshott, author of 'Keynes/Hayek', in Económico

"Three questions to" Nicholas Wapshott, author of "Keynes/ Hayek".

 

See article about the book here

 

 

Why do you consider that “the relation” between Keynes and Hayek is “the clash that defined modern economics”?

 

The core of the dispute between Keynes and Hayek 80 years ago was identical to the political choice presented to politicians and voters today: can governments intervene in the economy to ameliorate unemployment and slow growth? And if so, should they? Until Keynes's General Theory published in 1936, governments were reluctant to manage their economies. Since World War Two appeared to prove that vast government spending (on armaments) cured employment and provoked a booming economy, governments in the western world freely used Keynesian methods to boost their economies in time of recession. Since stagflation in the 1970s, however, tight monetary limits restricted the action of governments. Monetarism was the policy designed by Miltron Friedman, an admirer of Hayek's dictum that governments should be kept small.

 

 

Do you consider that the American Government is following Keynes? If so, Why? And In Europe… can you see an economic “orientation towards one of these Economist”?

 

After the financial crisis of 2008 and the freezing of the banks that followed, George W. Bush's Treasury team proposed an 800 billion dollar Keynesian stimulus to prevent the American economy tipping into a catastrophic recession, that was likely to be as deep and lasting as the Great Depression of the 1930s. Obama borrowed the money to put this stimulus program into action. Within months, however, there was borrowers' remorse, led by the Tea Party movement in the US, and any further stimulus measures were frozen when Obama lost control of the House of Representatives at the 2010 mid-term elections. The Republicans continue to dominate the House and have put a stop to continued Keynesian stimulus measures that Obama has asked for. The showdowns between the House and the White House over last summer's debt limit and currently over the fiscal cliff continue the battle between Keynes and Hayek in the early 1930s. Keynesians such as Obama are concerned with unemployment and Hayekians like the Tea Party are more concerned with inflation and the growth of the state that is a natural corollary to the large scale government spending that Keynesianism entails.

 

In Europe, the Germans under Angela Merkel follow the conservative Hayekian notions that governments should beware of inflation and keep spending in check. This has meant imposing austerity upon the whole of Europe, but particularly the Mediterranean nations whose governments have taken out large amounts of debt. Austerity provokes unemployment and sharply reduces the size of the state. But it also induces a recession in countries that need full employment to pay off their borrowing. The Hayekian approach is therefore self defeating. In contrast to Merkel, Francois Hollande of France has suggested concentrating first on encouraging growth -- a Keynesian impulse -- though the German dominance of the European Union means that he, too, has been obliged to throw people out of work to reduce French government borrowing. It is pure Keynes v Hayek.

 

What was the biggest surprise for you that emerged while you were writing this book?

 

The big surprise for me when researching the lives of Keynes and Hayek was to discover that the popular perceptions of these two great thinkers has been way off the mark. In America, Keynes is portrayed by conservatives as a socialist or a communist, though of course he was never even a member of the social democratic Labour Party. He is portrayed as an enemy of the free market and of capitalism. It was therefore a surprise to discover that Keynes understood the market perfectly and was able, through his mastery of how the market worked, make himself two vast fortunes. He used to stay in bed until lunchtime, a glass of champagne in one hand and the telephone to his broker in the other. Although he was briefly employed by the government, to negotiate the Allied borrowing from American bankers to wage World War One, for the rest of his life he offered his advice free. He was the chairman of an insurance company and sympathetic to business, even urging Franklin Roosevelt during the Great Depression that the president shouldn't be so hostile to businesses.

 

Hayek is known as the patron saint of the free market and businessmen love him and his ideas. However, he did not work for the private sector for a minute of his life. Indeed, the only time he ever got close to taking part in free enterprise was when he was penniless in New York and took a job as a dishwasher. Before his hands were plunged into the suds, however, he was rescued by an economics professor who gave him money. Hayek always worked for the public sector, benefiting from charitable donations from businessmen funneled into a succession of academic institutions. However, by the time he was nearing retirement he was obliged to sell his library to the Unviersity of Freiburg to raise funds for his old age and he died penniless. There is a lesson there, I think, for those who insist that only those who know about business -- Mitt Romney, for example -- are competent to manage an economy.

 

 

publicado por livrosemanias às 13:18
link | comentar | ver comentários (1) | favorito
Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013

TOP Económico. "Basta!" lidera.

TOP Económico

 dos livros de economia e gestão mais vendidos

de 17 a 23 de Dezembro de 2012

 

 

 

1

Basta!

Camilo Lourenço/Matéria Prima

 

Vídeo-entrevista ao autor disponível aqui

 

2

O Banco- Como a Goldman Sachs dirige o Mundo

Marc Roche/Esfera dos Livros

 

Vídeo-entrevista ao autor disponível aqui

 

 

3

Acabem com esta crise já!

Paul Krugman/Presença

 

José da Silva Lopes fala sobre esta obra. Vídeo- entrevista aqui

 

4

Steve Jobs

Walter Isaacson/Objectiva 

 

5

As Contas Politicamente Incorrectas da Economia Portuguesa

Ricardo Arroja/Guerra&Paz

 

Vídeo - entrevista ao autor disponível aqui

 

6

O Livro das Decisões  

Mikael Krogerus/Marcador

 

7

Ganhar com as Apostas Desportivas

Paulo Rebelo/Marcador

 

8

Quem Mexeu no Meu Queijo

Spencer Johnson/Pergaminho

 

  

9

Criar Modelos de Negócios

Alexander e Yves Osterwalder/Dom Quixote

 

10

Resgatados

David Dinis e Hugo F. Coelho/Esfera dos Livros

 

Vídeo-entrevista ao autor disponível aqui  

 

O TOP ECONÓMICO apresenta as obras De Economia e Gestão mais vendidas em Portugal. É elaborado com a colaboração da Almedina, Babel, Barata, Bertrand, Book.it, Bulhosa e Fnac

 

 

publicado por livrosemanias às 16:33
link | comentar | favorito

pesquisar

 

Maio 2014

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


posts recentes

Homenagem ao Professor Ve...

Sócrates perde para Astér...

'Jogadas' com Blatter e o...

Ondjaki vence Prémio Lite...

Moçambique, Astérix, cris...

Biblioteca de Papel no CC...

Gomes Ferreira continua a...

MBA júnior, inteligência ...

Sócrates, Soares e Lula ...

" O meu programa de Gover...

arquivos

Maio 2014

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

blogs SAPO

subscrever feeds